FZD apresenta: os incríveis games sem enredo

Hoje em dia tem jogos que são melhores do que muito filme oscarizado (afinal, meu caro gamer frequentador do fliperama, você prefere conhecer a fundo e a seco os segredos de Brockeback Mountain ou ver como o Snake vai trucidar o espertalhão do Ocelot, hein?), com histórias cheias de personagens cativantes, com dramas profundos e emocionantes, muita choradeira no estilo Xenogears e uns vilões carismáticos de espada longa e cabelereira branca, com aquele jeitão bem Final Fantasy de ser.

Porém, difícil era o tempo em que os games não tinham qualquer enredo e os programadores simplesmente faziam alguma coisa bem aleatória e gratuita apenas para fazer os jogadores perderem umas fichas e arriscarem uns Continues. Isso foi uma praxe durante grande parte da era dos 8 bits e vingou por algum tempo até nos tempos dezesseisbitianos: bote um personagem bisonho e levemente carismático ali, arranje uns vilões estranhos e coloque umas fases pros jogadores se divertirem. Como o videogame era movido a lenha e as fitas só funcionavam depois do terceiro sopro e com Bombril na antena, nenhum programador espinhento e viciado em Star Trek poderia se preocupar com enredos, tramas, personagens e com o romance pudico e sem mão boba da Rinoa e do Squall, o virjão BV da Garden de Balamb.

Depois, com a era Playstation, as tecnologias deram um salto considerável, os games ficaram mais complexos e aí os títulos ficaram mais absurdos que novela da Janete Clair chapada de chá de fita (de 3DO??): é vírus da Umbrella daqui, é maracutaia da Shinra com o PMDB dali, é o Snake metendo bala em todo mundo de lá, é o Kratos Ghost Cabra-Macho of Sparta arrancando tripas de titãs acolá (vije, será que sobrou até pro Nando Reis?)…

Nós do Fliperama do Zé Doido, como saudosistas conservadores e reacionários, vamos relembrar nesse post de hoje aquela época inocente em que as revistas frescurentas e os mentirosos de fliperama adoravam contar suas histórias de pescador e inventar enredos e histórias pros nossos games do coração. Aproveitamos e fazemos também a nossa sugestão, afinal, não somos a Ação Games mas sabemos como desfiar conversa fiada.

E É VERDADE, É SIM SINHÔ, QUEM ME CONTOU FOI O ZÉ DOIDÔ!

Pitfall (Activision, a softhouse mais longeva do mundo dos games, até hoje na fila do INSS- Atari e seus simpáticos clones, como Dactari, CCE, os primeiros Dynavision e aqueles jogos vagabundos em disquete que você jogava no 386)

WTF?? Bom, pelo que dava para perceber pelas imagens, você controlava um cidadão sem rosto (vije, parente dos personagens do RPG The Granstream Saga?), futuro lutador do Virtua Fighter, que se aventurava por uma silenciosa (sim, pois os pulos dele davam um eco do caramba, cortesia do som de furadeira enferrujada dos potentes chips do Atari) floresta de árvores quadradas, habitada por escorpiões de origami, jacarés sem cabeça e troncos rolantes duma espécie rara (exemplares do Troncarus rolantensis), pulando em cipós e desviando de buracos e escadas cavados no chão (!!) e de lagoas que surgem espontaneamente. Em resumo, uma aprazível floresta de vegetação mutante que daria um bom cenário pro Mortal Kombat.

Sugestão de enredo: nosso querido bonequinho do Pitfall é na verdade um jovem universitário que, depois de muitos baseados e após passar no concurso da Funai em 9999. lugar, munido de toda a sua consciência social, vai pro meio do mato ensinar aos nossos silvícolas e bons canibais selvagens a procurar vídeo no RedTube a usar o Facebook. Porém, não contava que essa mata era vizinha do ecológico município de Cubatão, e a encontra transformada numa floresta quadradona cheia de feras mutantes, tendo que escapar dela sem nenhuma arma, nem uma faquinha de descascar mexerica. Indo por essa caminho, quem sabe um dia nosso amigo poligonal se torne um Príncipe da Pérsia, isso se o Ahmadinejad deixar.

Adventure (Activision de novo, sofrendo de artrite nas joanetes, espinhela caída, mijo na urina e atraso na fila do SUS- Atari de novo também)

WTF?? Bom, pela capa, parece um Zelda ou um Dragon Quest avant la lettre: castelos, dragões, espadas, escudos, cavaleiros, todos aqueles penduricalhos que fazem fãs do Senhor dos Anéis chorarem e encherem a cara de hidromel. Mas daí, quando você encaixava o dito-cujo no pente do console, eis que aparecia um quadradinho colorido que você ia guiando por labirintos íngremes, pegando itens como chaves e um cálice de ouro (bem, eles LEMBRAVAM um cálice ou uma chave, mas mais pareciam um emoticon em ascii art…bem, enfim, o importante é ter saúde e um videogame na TV da sala!), atravessando portas e passagens secretas que mais lembravam jogos-da-velha.Às vezes,  algum dragão surgia na dungeon pra te enfrentar (segundo o manual do jogo! Pra nós são os terríveis cavalos-marinhos demoníacos do noroeste de Mordor!) ou algum morcego alienígena que fugiu dos pipocos do Space Invaders. Por essas e outras qualidades é que Adventure (título criativo, né?) é o primeiro e único RPG sem quests da história do videogame. Pensa o quê, aprende, Square-Enix!

Sugestão de enredo: no longínquo Reino das Formas Geométricas, o cruel Rei Cilindro capturou a Princesa para se apossar do seu sagrado Triângulo Invertido para alargar seu seno e cosseno e destruir sua tangente. Então, sobra pro Herói Quadrado, que realmente é um quadrado, que lê todo domingo o Diogo Mainardi na VEJA, é eleitor do Zé Serra e fã do Jair Bolsonaro e ainda sente saudade do tempo dos generais, resgatar a princesa antes que ela veja o tamanho (ui!) da hipotenusa do vilão. E pronto: temos um ótimo RPG Action pro Shigeru Miyamoto plagiar e encher os bolsos de tutu!

Antarctic Adventure (Konami, a casa do Snake, antes de criar a placa cor de rosa e fenfível- NES, o videogame que vive dentro de cada Polystation vendido na 25 de Março, e MSX, o fruto dum cruzamento entre videogame e computador)


WTF?? Proceis verem como o mundo dá voltas: se hoje temos toda aquela história de novela do Tiago Santiago do Solid Snake, Naked Snake, Old Snake, Liquid Snake e Zé da Silva Snake, quem iria imaginar que um dos primeiros games da Konami seria estrelado por um pinguinzinho sem nome que corre pelas geleiras desvidando de buracos e icebergs e recolhendo bandeiras até chegar na sede da ONU? Com um scroll 3D falso típico das gambiarras do tempo de Enduro e Hang-On? Pois é, o tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa…o mundo dá voltas, já cantava o CPM 22, e com muito Dramim pra não dar enjoo.

Sugestão de enredo: nosso querido primo japonês do Picolino, que antes vivia feliz entre as focas e leões-marinhos da Antártida, ganhando seu salário de garoto-propaganda de cerveja, um belo dia descobre seu continente gelado sendo invadido por uma horda de ongueiros verdes e sustentáveis. Na verdade, eles vieram praticar a matança sustentável de pinguins e focas para salvar o planeta. Agora, o coitado do nosso amiguinho tem que fugir dos ongueiros ensandecidos, que de verde possuem apenas o cabelo pixaim e a touca da Jamaica. E ainda desviar dos buracos no gelo causados pelo aquecimento global. E você que pensava que após o SWU não teria nada mais disso! POBRE MORTAL!

Magic Carpet 1001 (Caltron, uma softhouse pirata e não licenciada pela Nintendo- leia-se, uma oficina num barracão de fundo de quintal em algum recanto da América do Sul, na qual trabalham uns chineses famintos com muita chibatada no lombo- NES & emuladores…você não sabia, mas Magic Carpet é uma ROM feita em casa e pirateada)

WTF?? Bem, é um shmup (shoot’em up, gênero de game de naves e tiros, com scroll vertical ou horizontal), e shmups geralmente não precisam duma justificativa tão plausível assim para deslizar uma navinha por cenários e desviar duma chuvarada de mísseis e rajadas. Só a Square que, como sempre, quis fazer um storyline complexo em seu estranho e levemente divertido Einhander. Bem, em Magic Carpet 1001 (uai, cadê os outros 1000 jogos antecedentes) você comando um beduíno persa de turbante na cabeça que voa num tapete mágico (comprado no Medalhão Persa em mil vezes sem juros, aproveite!!!) e atira em nuvens de papagaios (ou seriam periquitos? Pardais? Calopsitas assassinas do sul do norte do Afeganistão?), de abelhas e duns bruxos encapuzados (ou seriam mulheres de burqa??), atravessando cenários repetitivos com aquele jeito Salamander de ser, com desertos, oásis e cidades cheias de palmeiras e mesquitas. Enfrenta uns chefões um tanto quanto excêntricos, como uma bruxa numa vassoura, um jacaré enfiado numa vasilha e beijos maligos que cospem meteoros (??). Aliás, na última fase desse clássico dos jogos desconhecidos, depois de cruzar os céus do Oriente Médio (afinal, tem muitas minas terrestres e homens-bomba na superfície), você vai parar no espaço sideral (??). Mano, criar um storyline pra esse jogo exigiria uma equipe de programadores squarianos viciados em cheirar gatinhos e chapados de chá de fita de 3DO.

Sugestão de enredo: nosso querido herói iraniano Mohammed Comi Salame recebe uma missão impossível do benevolente e pacífico sábio Mahmoud Ahmadinejad: exterminar o terrível Satã Obama bin Laden e arrasar a civilização judaico-cristã-ocidental-fenomenológica. Para isso, fornece a ele um tapete sherkat com o selo de originalidade falsificada Made in Ciudad del Este. Agora nosso herói deve atravessar as Arábias e ir até o espaço sideral enfrentar o terrível imperador Obama, lutando contra os terríveis beijos melequentos de língua de Dona Michelle Obama bin laden. Ah, e no final nosso herói resgata uma princesa, que só não será uma virgem do Paraíso porque, bem…a hora dos créditos é longa, longa, longa…

Paperboy (Mindscape, uma produtora a qual a mente realmente escapa- um crássico da geração dos 8 bits, com versões para NES, Master System e Game Gear, com intrusões pelo Mega Drive e Super NES)

WTF?? Você controla um menino ou uma menina de bicicleta, que trabalham na vizinhança dum subúrbio norte-americano de cerquinhas caiadas entregando jornais (EPA, DENÚNCIA: trabalho infantil! FZD fazendo sua parte social!) Na rua, há várias casas de clientes e você deve pedalar pelas calçadas e acertar com precisão os capachos e as portas das varandas das casas, desviando de cachorros, transeuntes, pedras, buracos, pneus, enfim, uma gama incrível de obstáculos. Nas versões dos consoles de 16 bits, dá inclusive para quebrar janelas, acertar moradores de pijamas e fazer outras cagadas com os jornais, nesse game que incentiva a desobediência das crianças e que merece ser proibido em favor da moral e dos bons costumes.

Sugestão de enredo: num futuro apocalíptico, um cruel vírus bacteriano de Antraz cruzado com o protozoário da malária destrói toda a humanidade e transforma os sobreviventes em zumbis comedores de fígado com cebola. A praga foi na verdade disseminada junto com exemplares dos jornais Notícias Populares, Folha de S. Paulo e Jornal do Metrô. Agora, no controle de duas crianças-zumbis mutantes, você deve atravessar as ruínas das cidades distribuindo jornais contaminados com belíssimas manchetes como “Broxa torra o pênis na tomada” e “VEJA eleita a melhor revista do Brasil” ou ainda “Presidente Dilma diz: eu prefiro os gordinhos”, para transformar toda a humanidade em mutantes canibais e contribuir para piorar o aquecimento global.

Jogos de Verão/California Games (Epyx Inc, uma softhouse especialista em epic fails- Master System, na famosa versão que ficou conhecida pela tradução da Tec Toy, mas, conferindo aqui na net, praticamente lançaram California Games para todos os consoles! Até pros 16 bits!!!)

WTF?? Lembram do Back to the Future 3, pro Mega Drive, já devidamente espinafrado pela nossa reportagem? Pois é, California Games segue a mesma linha, uma coletânea de minigames emulando alguns típicos “Jogos de Verão”, ou seja, atividades que só praticaríamos em tardes ensolaradas e quentes, como bicicleta, skate no half-pipe, surfe, embaixadinhas com bolas de tênis, patins em pista com obstáculo, frisbee na praia, cuspe à distância, levantamento de garfo, levantamento de copo, porrinha, truco, 100 metros rasos ao banheiro com caganeira, etc. UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA! Sim, com controles simplesmente ÓTIMOS, com direcionais que não funcionam, botões que acionam comandos atrasados e uns fails dignos de Demon Souls com mundo NÊGO! SANTA ENGINE DEFEITUOSA, BÁTIMA! Parece até que programaram esse jogo em visual basic no DOS. Talvez, pela época, tenha sido isso mesmo.

Sugestão de enredo: depois de praticarem uma série de atividades perigosas e suicidas, como assistirem a uma maratona de filmes do Adam Sandler, vários californianos eleitores do Schwarzenegger morrem ao mesmo tempo e são condenados por Papai do Céu a passarem sua vida sendo sodomizados sendo condenados no Inferno, sem direito a condicional. Lá, o Cramulhão coloca esses infortunados pecadores a praticarem esportes sem desodorante e sem Gelol (afinal, ESPORTE É UMA DROGA, USE E VICIE TAMBÉM!), tendo o Zagallo como técnico. Não espere que o Dante, o Kratos ou o Chakan vão te salvar! Afinal, Jogos de Verão no Master System é aquele jogo que vem na memória do console e que sempre atrapalha a inicialização do cartucho! E aguardamos ansiosos pela sua nunca lançada sequência, os inigualáveis Jogos de Outono.

On the Ball (Taito, a maior fábrica de pinballs do mundo, responsável pela crise econômica mundial ao retirar do mercado as bolinhas de aço- SNES. Foi lançado prum tal de Super Famicom também, mas que diabos de videogame é esse?)

WTF?? Bom, como em todos os games obesos e que não comem linhaça e nem granola da Taito, com todos os seus problemas de pontes de safena e coronárias entupidas, aqui nós temos uma bola e umas paredes e canaletas que se mexem, fazendo a gorduchinha despencar até chegar ao Goal, o objetivo final de cada estágio. No meio do caminho ela tem que destruir uns bloquinhos de pedra pra conseguir pontos e desviar de certas armadilhas que roubam o seu tempo. Mas aqui você controla não a esfera mas o scroll da tela, girando-a para conduzir a pelota até o fim do labirinto. Não entendeu? Nem nós. Vá colaborar com a pirataria baixando um emulador e tire seu próprio veredicto, porque aqui no FZD nós ficamos enjoados e que o estômago revirado só de ver essas bolotas girando.

Sugestão de enredo: na verdade, On the Ball é o primeiro, único e último simulador de condução de bêbados que já existiu no mundo gamer. A bolinha verde é, na verdade, um pudim de cachaça que, depois de muita cerveja Belco com Paisano e limão galego, precisa voltar para casa antes que comece a marvada da ressaca. E você, fazendo o papel do mundo do bêbado, deve girar e ficar esbarrando nele o tempo todo, dando topadas, fazendo-o trupicar, enfim, ajudando o homem-bola a cercar frango. Solte toda a sua voz e cante a plenos pulmões, pra assustar o vizinho, imitando o vozeirão e a viola da Inezita Barroso: “É com a marvada pinga qui eu mi atrapaio…”

Sim City (Maxis Software, produtora que só faz jogos cabeça e inteligentes para PC, ou seja, jogos sem graça sem tripas voando e cabeças decepadas- começou no PC e, depois do SNES, se alastrou que nem praga por todos os consoles. É sério, até o 3DO tem uma conversão!)

WTF?? Crie e administre uma cidade. Simples assim, curto, grosso e sem fazer carinho e levar pra jantar! Crei zonas residenciais, avenidas, estradas, aeroportos, usinas de energia, puteiros, portos, igrejas, praças, bocas de fumo, shoppings importabandistas, escolas, creches, hospitais e parques…epa, parque de diversão só no Theme Park, viu, uma espécie de genérico do Sim City. Depois destrua tudo com terremotos, vendavais, incêndios, shows da Ivete Sangalo e até invasões alienígenas. Ah, por favor: poderia colocar o Fliperama do Zé Doido próximo dos botecos e do baixo meretrício, OK?

Sugestão de enredo: bom, Sim City poderia também ser chamado de “Super Maluf World”. Encarne o honorável ladrão filho duma puta ex-prefeito de São Paulo e aprenda que a ordem dos tratores não altera o viaduto. Encarne a saga difícil do turco bandido honesto e superfature suas obras com algum código de Game Genie. Ou com algum debug pra versão clássica do DOS que você consegue baixando em algum fórum das quebradas cibernéticas. Mas cuidado: se o Pitta não for um bom prefeito, nunca mais vão votar em você!

Blast Corps (Nintendo e Rare, aquele casamento entre tapas e beijos- Nintendo 64, o sexagenário aposentado da Big N, que hoje joga dominó na praça e trocou o fliperama pela bocha)

WTF?? What a fuck é a pergunta que cabe: nessa outra tranqueira maravilha lançada exclusivamente para o N64 (pra não dizer da invejinha do Playstation que tinha Castlevania, Metal Gear Solid e Final Fantasy), você controla uma escavadeira (ou um trator, ou um buggy, ou um guindaste, ou um caminhão de caçamba, ou um robô gigante!!!) e precisa abrir caminho numa cidade para uma jamanta desgovernada carregando mísseis nucleares. !!! UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA! Você terá que demolir (do verbo derrubar, esmigalhar, arrebentar, meter bronca) casas, barracões, prédios e outras construções. E a jamanta sem freio toda hora no seu encalço. Segundo pesquisas da DataDoido, Blast Corps já causou 1456 enfartes fatais, 1234 enfartes não-fatais, 555 crises nervosas, 864 controles destruídos durante essas crises e uma quantidade incrível de 9999999999999999999 gamers que xingaram a mãe da Nintendo, da Rare e dos desenvolvedores ao não conseguirem abrir caminho pro tal caminhão.

Sugestão de enredo: o motorista do Fenemê, louco para inscrever seu caminhão de transporte de armas atômicas no Gran Turismo, ficou puto com a Sony ao descobrir que seu famoso jogo de corridas de poisés e calhambeques não admitia a sua maravilhosa máquina. Então, puto da cara, desgraçado da sua cabeça, o motorista estacionou a caranga aqui na frente do fliperama e pediu uma ficha pro Zé aqui pra curtir um Mortal Kombat com muito sangue. Só que esqueceu de engatar a jamanta e, quando viu, ela já estava indo desbragada na direção da sede da Sony. Daí o motorista relaxou e disse, “bem-feito, quem mandou deixar a gente sem PSN por três semanas??”

É isso aí. E você, leitor preguiçoso, se souber de mais algum game sem enredo (ou com um arremedo de história só), favor chamar o Zé aqui no balcão e dar a letra, pois estamos aceitando sugestões de novos posts (na verdade, estamos é com uma falta de criatividade do caramba!). Esse é o seu Fliperama do Zé Doido, criando enredos para os games que carecem deles!


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Uma resposta para FZD apresenta: os incríveis games sem enredo

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