As 5 cagadas clássicas da Capcom

Você pensava que o Fliperama do Zé Doido estava morto? NÃÃÃÃÃÃÃOOOO! Sobrevivendo ao massacre dos survival horrors do post anterior cá estamos nós novamente abrindo as nossas portas aos gamers ensandecidos de todo o Brasil varonil, ávidos pela mais nova tosqueira do mundo videogamístico. Mais atrasados que menstruação de estudante de Pedagogia, nós voltamos com aquele post que era o mais esperado de onze entre dez gamers: AS CINCO CAGADAS DA DONA CAPCOM! Sim, ela mesma, a casa do Street Fighter, do Megaman e dos Dinossauros com Cadillacs!

Gigante dos arcades no final dos 80’s e início dos 90’s, e depois aclamada pelo sucesso de Street Fighter, Marvel Super Heroes, SNK vs Capcom, Marvel vs Capcom e Street Fighter de rodoviária, a casa do CAPtain COMmando (vai daí o trocadilho, sacou?) provou que é mais uma softhouse de mola fraca e intestino traidor: suas cagadas são comparáveis à da softhouse com necessidades especiais, à casa do herói mais trabaiadô da história dos games e também ao nefasto Projeto Novo Japão! E, ao contrário das outras, conforme o tempo passa, mais desarranjada a Dona Capcom fica! Pô, desse jeito não tem xarope Emulzec e água com Maisena que resolva!

Por isso, comemorando sua volta regada a muito Phoenix Down e código de Game Genie de vida infinita, o FZD apavora a concorrência que já pensava em sua falência e tem o orgulho de apresentar as CINCO CAGADAS CLÁSSICAS DA CAPCOM, sem papel higiênico nem Hipoglós, com a tampa da privada beliscando a perna e a caixa d’água vazia. Preparem as cuecas e calcinhas limpas, caros leitores e leitoras, porém, cuidado: em se falando de Capcom, capaz que vocês tenham de pagar por elas!!!

E VAMOS LÁ QUE VAI COMEÇAR A BAIXARIA CAGANEIRA!

Cagada n.5 (…por ter feito a sequência mais escrota de todos os tempos!): Devil May Cry 2!!!

Olha só como são as coisas: um belo dia nos longínquos anos de 2001, quando as Torres Gêmeas e o programa do João Kléber ainda estavam de pé, a equipe do japa besta-fera Shinji Mikami, trabalhando na base de muita chibatada no lombo e muito Muppy sabor pitanga, entregou os primeiros projetos prum Resident Evil um pouco “diferente”. Os temas agora eram mais medievais e sombrios, com um castelo completamente diferente da mansão em Racoon City! Até a zumbizada vinha com look novo, com mais jeito de capetas do que de mortos-vivos melequentos da Umbrella. O novo RE tinha tudo para ser mais centrado na ação, mais frenético que os outros, embora mantendo alguns quebra-cabeças. Tudo parecia legal, um recomeço para essa série tão amada pelos gamers masoquistas, porém…

…A CAPCOM FICOU COM MEDINHO DO NEMESIS E MANDOU TUDO PRO LIXO!!! Porém, graças a um milagre de São Snake do Quixeramobim, a turma do mano Mikami bateu o pé, botou as katanas pra fora, virou Super Saiyajin, não deixou gozar na cara e meteu a boca: fez um novo jogo com todas as sobras desse RE injustiçado. Dá pra perceber até no estilo das letras que é completamente igual! Assim nasceu Devil May Cry, estrelando o caçador de cramulhões Dante, o mais fanfarrão dos personagens de videogame e também o detentor da família mais problemática, vide o seu irmão invejoso Vergil e seu tio tranqueira Mundus!

Confira abaixo o resultado do primeiro Devil May Cry. É sangue, tripas, tiros, porrada, gostosinhas e aranhonas flamejantes explodindo pelas paredes! Melhor game não há! Palmas pra Dona Capcom da era pré-diarreica:

Porém, o que era bom poderia ser melhorado! No suspiro final do PS2 , dando continuidade à saga familiar pouco convencional do nosso considerado Dante, a Capcom soltou o fabuloso Devil May Cry 3, mais difícil, mais longo, mais apelão e mais ensandecido que o primeiro! De arrancar os cabelos e os pentelhos de muito diabão estudado:

Porém, a série entrou no PS3 com tudo, sem vaselina e sem carinho, embora sem nenhum troféu (foi aí que veio o peidinho molhado). Mas ainda com honra:

Daí você diz: “Epa, Zé Doido, você falou do Devil May Cry, Devil May Cry 3 e Devil May Cry 4. Cadê o 2?”. Aí é que escorre pelas pernas mora o perigo! Confiram a bagaça no vídeo aí e vejam porque hoje a Capcom não come mais sarapatel:

Com esses gráficos BELÍSSIMOS de Polystation com placa de vídeo enguiçada, um som de enceradeira paraguaia comparável a um Mega Drive ligado em TV mono e um enredo de fazer até os roteiristas de Tekken rirem de se mijar (Dante enfrenta um empresário inescrupuloso que quer abrir um portal para o Inferno numa ilha do Mediterrâneo), Devil May Cry 2 tem a cara e os dedos sujos da Capcom: continuação nojenta, oportunista e mercenária, feita só pra levar o nome da série e convencer algum gamer desavisado a desembolsar seus níqueis no importabandista mais próximo. Até os menus do game não têm nada a ver com os do título anterior! Os cenários, então, são uma maravilha: pode perceber que, depois duma determinada parte, você terá de voltar por eles todos, até o início do game! Mais criatividade, impossível! E tudo embalado numa caixa bonita e 2 DVDs de incríveis aventuras! UAU! Aí é que o demônio chora!

Conselho de amigo: se algum dia Devil May Cry 2 cair em suas mãos, desligue o PS2 e vá jogar um truco ou dominó com os tiozinhos na praça! Você sairá ganhando, pode apostar!

Cagada n.4 (…pela seleção “crasse A” das antologias de clássicos, ops, CRÁSSICOS!): vide Capcom Classics Remixed para PSP

A Capcom tem bons jogos em seu catálogo de bizarrices, que o digam os ótimos beat’em ups como Fusquinhas & Lagartos, ops, Cadillacs & Dinosaurs, Alien vs Predator, Final Fight (PRA SITUAÇÃO MELHORAR VOTE NO HAGGAR!), Captain Commando e outros. Isso para não se dizer dos shooters de responsa, como o sempre querido 1941, o injustiçado Carrier Air Wing, o legalzinho U.S. Navy e outros. E os jogos de luta? Putz, aí tem Darkstalkers e seus monstrengos espetaculosos, Cyberbots e suas brigas de robozões, JoJo’s Bizarre Venture e seus golpes espalhafatosos….ou seja, game bão é o que não falta na casa dos Lutadores de Rua!

Daí chega nos Capcom Classics (como na versão do PSP) da vida e…QUE QUE É ISSO? Você corre a lista de games e percebe que não conhece nenhum daqueles arcades do tempo de mil novecentos e Farinha Láctea com caldo de feijão. Tem lá um 1941, um Captain Commando, o Final Fight pra não perder o respeito, e daí começam os infindáveis clones sem graça de 1941 (como o horrendo Varth e o sem sal Legendary Wings). Daí você encontra um 3 Wonders lá, um Magic Sword aqui e acha que as coisas vão melhorar, mas eis que aparece um Block Block e um Black Tiger pra acabar com a festa! Quando você chegou no Forgotten Worlds, caro leitor, aí não tem mais jeito e nem Sephiroth salva! Quando você vê, já caiu num Quiz & Dragons achando que enfim um beat’em up salvador ia ajudar seu jogo. E se engana terrivelmente:

Pra piorar, tem esse aqui também que dá até nojo de comentar:

Alguém sabe qual é a do The Speed Rumbler? Se alguém souber, favor contatar a gerência do fliperama!

Pensou que ia jogar Brasílias & Calangos, digo, Cadillacs & Dinosaurs, Eco Fighters, Battle Circuit, Alien vs Predator e até o sempre lembrado Ghouls’ n’ Ghosts? POBRE MORTAL! Por essas e outros é que a Capcom pode ser chamada de Parreira das antologias de jogos antigos!

Cagada n.3 (…por ter abandonado um pelote de jogos bons pelo meio do caminho!): Megaman, Star Gladiators, Eco Fighters, dentre outros.

Lembra do Megaman? É, aquele robozinho azul que tinha um canhão na mão, que matava os robôs malignos e roubava as armas dos ditos-cujos? ESQUEÇA! Tirando um ou outro game da PSN e um remake, você nunca mais o verá. E o Resident Evil, aquela série assustadora com zumbis, ataques de armas químicas, mansões estilosas e a morte te esperando em cada esquina? Virou joguinho de celular e DLC feita nas coxas! E o Devil May Cry, que tinha o Dante metendo chumbo em tudo que era demônio? Bem, Dante agora é um moleque cagão que apanha de todo mundo e ainda nem beijou na boca! E o Star Gladiators, aquele baita jogo de luta em 3D, de ficção científica, que o cenário do último chefão girava até fazer vomitar? Não, não tem Champion Edition e por isso ele não é bom! E o Captain Commando, aquele jogo porradeiro com fases psicodélicas no museu dos dinossauros (mas sem Cadillacs!), no circo, no templo ninja, que você subia nos robôs pra sentar a mão nos vilões? Oras, esse jogo não existe, onde você viu isso, viajou, rapaz? E o Eco Fighters (LET’S GO!!!), um shooter ecologicamente correto e sustentável? Oras, ele é responsável pelo efeito estufa e pela matança de ursos pandas, por isso está censurado! E o Darkstalkers e os peitões da Morrigan balançando e a Felícia peladona depois de levar um baduken do Demitri? seu incrível sistema de batalha inovador e dinâmico? Não se preocupe: Darkstalkers vai voltar…mas dá até medo de pensar no que vai ser daqui pra frente.

Assim é a D. Capcom: quando um game é bom, ou ela se esquece completamente dele (caso do jogo das Belinas & Lagartixas e do Alien vs Predator) ou ela o altera profundamente até não sobrar mais nada de fiel ao original. Quando você menos espera, ela acaba com a sua franquia favorita e te deixa a ver navios. A não ser, é claro, que se trate de Street Fighter, porque esse é sagrado!!!

Será que esse vídeo não é capaz de comover os corações amarelentos e capitalistas neoliberais da casa do Capitão Commando?

Hein??

Cagada n.2 (…por ter lançado o aplicativo mais SACANA da App Store): @Capcom Arcade

Esse é para o público que vendeu a alma para a Igreja Tecnológica da Maçã Prateada comandada pelo Papa Steve I! Em meio à enxurrada de aplicativos pirados da App Store, enquanto suas mãos febris procuram inutilmente por aquele programinha que fazia os peitos das mulheres das fotos balançarem, eis que você dá de frente com um ícone com os brigões do Final Fight. Propaganda eleitoral do Haggar? NÃÃÃÃOOOO! De repente, você vê o Street Fighter ali do lado, o 1941, dentre outros sucessos da Capcom…suas mãos febris prosseguem em clicando sem parar…

…e, para sua surpresa, há uma palavra mágica na descrição de cada aplicativo: FREE! AIMEUDEUSDOCÉUAIMEUDEUSDOCÉUAIMEUDEUSDOCÉU! Vou poder jogar o Final Fight (e zerar enfim aquela bagaça!) sem limite de fichas! Um fliperama no meu iPhone/iPad/iPod/HiPhone chinesão nojento? Não é possível, mas isso é uma maravilha, é a salvação da lavoura, pelo amor de Sephiroth! SANGUE DE SHAO KAHN TEM PODER!

Lá foi você fazer o download do trequinho.  Ansioso até dizer chega, conecta seu badulaque no PC, abre iTunes, reza por uma sincronização perfeita, trava o computador, você reinicia, passa o scandisk, trava de novo, você liga no SAC da Net, pede pra marcar uma reunião com o presidente da empresa aos gritos, manda o operador tomar no cú, reinicia de novo, taca o roteador na parede, chora de raiva…até que aparece aquela mensagem mágica: SINCRONIZAÇÃO COMPLETA!

Enxugando a baba, você abre o aplicativo no seu badulaque Apple, amaldiçoa a bateria pela milionésima vez, mas ainda se convence de que o Galaxy não tem essa função de se tornar um arcade de bolso. Você abriu o aplicativo e aparece um fliperama virtual (que não é o do Zé Doido!) cheio de máquinas, todas com a grife Capcom de mercenarismo canalha! Já chegou no flíper e ganhou três fichas de graça, promoção melhor não há (E NEM PENSE EM SUGERIR ISSO AQUI PRO ZÉ, VIU, SEU FOLGADO, SENÃO A GENTE VAI À FALÊNCIA!!!). Daí você joga o Final Fight na dificuldade máxima, perde uma ficha no Damned, depois outra no Sodom, imagine quando chegar no Rolento, o chefão nojento…

…e acabam as fichas! E agora, como faço pra dar Continue nessa incrível aplicativo Free? Daí, atônito, com a cueca ou a calcinha melada, aparece a tela para você COMPRAR    mais fichas na App Store, a dois DÓLARES cada uma!

Então quer dizer que o aplicativo é DE GRÁTIS, mas eu tenho que pagar pra usá-lo? CAI FORA, MACAUBAL!!! Assim é o @Capcom Arcade: software espertinho, nojento, mercenário, enganador, charlatão, escroque e patife! Com um iPhone despedaçado aos seus pés, você pensa: bom era o tempo do Motorola tijolão analógico da tela laranja! Pegue seu iPad, vá numa papelaria e o troque por um bloco de anotações, que desgraça pouca é bobagem!

Cagada n. 1 (…por ter lançado mil versões dum único jogo, com pouca ou nenhuma diferença entre elas): Street Fighter II, III e IV!

Que Street Fighter II: The World Warrior é um dos melhores e mais completos jogos de luta já feitos, disso não há dúvida. Sequência bem sucedida do terrível Street Fighter (outra tranqueira que a Capcom nos enfia goela abaixo nas antologias, pra você esfolar o dedão tentando soltar um baduken torto!), o salto de qualidade do primeiro pro segundo título foi incrível. Você tinha oito lutadores com personalidades fortes e técnicas invocadas (tem giratória-de-pastor-com-Espírito-Santo do Zangief, gilete do Guile, helicóptero da Chun-Li, tréki-tréki-turuken do Ken, tapinha camarada do Honda) e a possibilidade de combinar todos esses golpes em combos apelões de fazer lutador do Killer Instinct pendurar as chuteiras. Caramba, melhoraram o jogo mesmo, hein? E os quatro chefes apelões, então? UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA!

Alguns meses depois, sai então a versão Champion Edition, o mesmo jogo dos arcades, mais balanceado pros noobs serem menos zoados no fliperama, e com a opção de jogar com os quatro chefões, ou seja, ia sobrar Tiger Robocop pra tudo que é lado! UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA! Porém, como se não bastasse, essa versão Champion foi alterada pelos piratas coreanos e, depois de comer muito contrafilé de poodle, saiu o fabuloso Street Fighter II: Rainbow Edition, com magias duplas, choriúken triplo e a opção de mudar de lutador apertando Start! UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA! Porém, D. Capcom reagiu e lançou Street Fighter II: Turbo Hyper Fighting, com muito mais velocidade, golpes apelões e animações novas. UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA!

Uns cinco ou seis meses depois da versão turbo, em fins de 1993, pintavam no mundo todo e nas páginas das revistas o sensacional Super Street Fighter II: quatro novos lutadores (Fei Long, Cammy, T.Hawk e Dee Jay), quatro novos cenários, todos os cenários antigos redesenhados, novas vozes, novos golpes pra todo mundo (que o diga o baduken de fogo e o Yoga Teleport), novas vozes digitalizadas, nova tela de seleção, nova apresentação, a possibilidade de linkar vários arcades pra fazer jogos interligados. UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA! Porém, mal você se acostumou com os controles do novo arcade e já ele pro fundão do fliperama, pois lançaram o Super Street Fighter II Turbo! Com um lutador secreto (Akuma), sequências diferentes, barra de Special e mais velocidade. UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA!

Correndo por fora, teve no Mega Drive o Street Fighter II: Special Champion Edition, deixando muito nintendista tremendo com sua jogabilidade melhorada e seu modo de lutas em times e o Street Fighter II Remix para Playstation, integrante duma coletânea, que tinha, TCHAM-TCHAM-TCHAM, mais velocidade, mais combos e cenários melhorados! UAU, eu ia escutar a agulha caindo do outro lado da sala, mas o Sonic 2000 explodiu na minha orelha!

Daí você se pergunta: MAS PRA QUÊ TUDO ISSO? Simples: pra Capcom extorquir seus suados níqueis, rir da sua cara e ainda ficar comendo lagosta até o fiofó fazer bico. E você lá, de trouxa, pondo grana no bolso da japaiada! E Street Fighter sofre mesmo dessa maldição: com Street Fighter III tivemos, além da versão original, os upgrades da 2nd Impact e da 3rd Strike e no IV temos o Super Street IV, o Super Street IV Arcade e por aí vai…agora a praga pegou no Marvel vs Capcom, que vai ter sua versão Ultimate, e pode esperar que vêm mais por aí…

Um espectro ronda o mundo, o espectro do socialismo gamer! GAMERS ASSALARIADOS DO MUNDO TODO, UNI-VOS! Pela popularização do Polystation! Pelo fim dos games mercenários da Capcom! Pelo retorno de Breath of Fire! Vamos marchar pelo fim das mil versões do Street Fighter que só servem para sangrar nossos suados bolsos!

Menção Difamatosa (…por ter feito um dos games mais ridículos da história): Ace Attorney!

Simuladores existem aos montes: de corridas (F-1 & similares), de boxe (a mais conhecida é a série Punch-Out), de futebol (Fifa, PES, Winning Eleven), de esportes olímpicos (Track & Field), isso só se falando dos games geração saúde! Tem simuladores de profissões, como de administração (série Sim e seus plágios descarados), de jardinagem e agricultura (Harvest Moon), de culinária (Cooking Mama), de medicina (Trauma Center), de prostituição (Street Fighter, OPS!!!), etc.

Então, com o brioco batendo palma e tomando muito soro sabor groselha, a Capcom e sua sanha desenfreada por lucros descobriram uma profissão que ainda não tinha sido suficientemente explorada:  A ADVOCACIA! E eis que apareceu a série Ace Attorney, estrelando o advogado Phoenix Wright, que só defende causas justas, bota os réus bandidos na cadeia e absolve os inocentes em “emocionantes” sessões no tribunal Daí você acordou, né?

Desnecessário dizer que o game é um pé no centro do saco, né? No comando do ADEVOGADO, você terá que ler os textos que aparecem na tela (como no Quiz & Dragons!), cruzar as provas e argumentar a favor ou contra. Imagine o ridículo de pegar seu Nintendo DS e ficar gritando (sim, gritando, pois a captura de voz é uma beleza!) OBJECTION com sotaque de cigano do sul do Cazaquistão! E, pior, tentando descobrir se fulano é culpado ou inocente, decifrando charadas…

Pelo menos Wright vai virar um lutador a mais no Ultimate Marvel vs Capcom 3, processando todo mundo pela sua mania de mercenários. Mas pensem pelo lado bom desse cagotinho: Ace Attorney é, desde já, o epic fail monumental da softhouse mais mercenária a tranqueira do mundo gamer. Pra assistir dando risada e comendo muita pipoca com Fanta Uva morna!

Quem foi rei SEMPRE perde a majestade e todo mundo tem direito ao seu dia no trono! Aproveite, D. Capcom, que hoje o bidê é seu!

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4 respostas para As 5 cagadas clássicas da Capcom

  1. Paulo Aquino disse:

    KKKKKKKKKKKKKK
    E vocês pensavam que este era o fim do FZD!! MORTAIS PATÉTICOS!!

    Ê laiá Capcom, tá pior que a Cega e sua mania de esquecer suas franquias mais famosas, em favor de outras mais obscuras (verdadeiros casos de preservativo estourado)… A Capcom quando não condena suas franquias ao limbo, as viola até não poder mais!

    Eu não me arrisco com antologias caça-níqueis! Eu tenho no meu PS2 (que apelido você daria pra ele? Ele não é nem o jovem Chris Rock (o tal que todo mundo odeia, KKKKKKK) nem o Cirilo do Carrossel (pra mim o PSP é que seria), E NEM O MICHAEL JACKSON, SACRIPANTAS!!, Ah, o PS3 seria o Jax do Mortal Kombat), dois packs de Street:

    Um é Street Fighter Zero Fighters Generation (japongo com direito a colegiais peitudas sendo estupradas por tentáculos, KKKKK). No país do Mr. Obama ele se chama SF Alpha Anthology.
    Tem todos os Zeros e Alphas da vida, Pocket Fighter (com versões kids dos carinhas e muitas pedrinhas brilhantes) e um jogo secreto incluso chamado Hyper SF Zero (com TODAS as versões de TODOS os personagens) UAU, EU ESCUTEI A AGULHA CAINDO DO OUTRO LADO DA SALA!
    O outro é Street Fighter Anniversary Collection, contendo Hyper SF2 (reunindo NUM SÓ JOGO todas as versões do SF2 – menos a Rainbow) e SF3 3rd Strike (com a volta da nossa querida dilicinha bunduda titia Chun-li – com helicópteros e tudo).
    Pesquise a respeito no http://www.gamefaqs.com

    Queria que me respondesse, esses dois packs que eu tenho são packs campeões ou são só antologias caça-níqueis?

    Essa “écou”, digo, Apple, sei não…
    E eu perdi a conta de quantas vezes eu zerei esse Street “Rainbow Edition” do logo multicolorido, usando o Zangief. SÉRIO!… Lá em 1900 e Jaspion passando na Manchete. Imagine só… SAI DA FRENTE, SATANÁS!!!!!!!!…

    Sobre esse Ace Attorney (que nunca joguei), só tenho a dizer… …PROTESTO, MERETÍSSIMO!!
    Imagine alguem jogando esse barato pela primeira vez esperando virar um Francisco Cembranelli dos games (POBRE MORTAL!)

    Realmente esse é um dos posts mais divertidos que eu já vi…

  2. E perdi a conta de quantas vezes fui dormir pensando que era o fim do meu mundo e quando acordei na manhã seguinte já estava tudo bem.

  3. Depois do que aconteceu com Mega Man(com o cancelamento de ambos Mega Man Universe e Mega Man Legends 3) eu só tenho odiado a Capcom. De agora em diante, prefiro a Nintendo ou a Sega. Como é que a Capcom teve coragem de fazer uma monstruosidade dessas com Mega Man?

    • zemarcelo disse:

      Nem nós, mano Saulão! O foda é que a Capcom praticamente enterrou várias séries boas que eles produziram. Sobrou só Street Fighter e Resident Evil, mas até quando?

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